About

Quem sou?

Uma arquiteta um tanto quanto filosófica, que reflete tanto sobre casas quanto sobre a vida. Apaixonada não apenas por arquitetura, mas também por viajar, pesquisar e cultivar tempo livre para explorar novas idéias…

Ao longo de muitas reflexões, entre designs arquitetônicos e um interesse cada vez maior no design da própria vida, surgiu a decisão de levar uma vida mais leve, livre e lúdica. E junto veio a vontade de explorar mais a fundo como uma casa pode contribuir para esse estilo de vida, favorecendo de fato o bem-estar.

Pesquisando soluções para rotinas mais leves passei a me entusiasmar cada vez mais com temas de praticidade, organização, minimalismo, ecologia, consumo consciente, e claro, projetos de casas feitas para o lazer. Da união de todos esses interesses surgiu a idéia para este blog.

Por que “a casa de férias” ?

Parto da premissa que para os espaços serem realmente agradáveis e refletirem uma vida tranquila, precisam passar a sensação que uma boa hospedagem de férias transmite, isto é, o prazer de ser um lugar desprovido do peso de obrigações! Sem entrar agora no mérito de quanto isto é possível, quero apenas dizer que esta sensação faz parte da visão principal deste blog, que seja lembrada como o propósito maior das idéias aqui exploradas. Pense em uma casa feita para o lazer…

Pense em uma casa feita para o lazer

Um convite…

Realizando projetos me vi em um universo cada vez maior de decisões de consumo, e por isso me tornei um pouco mais consciente da responsabilidade que o consumo nos demanda. A cada compra, temos um custo não apenas financeiro mas também de tempo, desde a escolha até os cuidados necessários com os novos bens. E ainda adquirimos uma responsabilidade ambiental, pois nada desaparece do planeta, seja uma casa, móveis, objetos ou cosméticos.

A cada compra existe uma renuncia de tempo, de possibilidades e a criação de uma responsabilidade ou prejuízo ambiental, a depender do descarte. E não seria o tempo que renunciamos, o nosso bem mais escasso? E o meio ambiente a nossa maior fonte de vida? Já pensou…

Enfim, sensibilizada pelas demandas de consumo irresponsável que muitas vezes a própria arquitetura cria e pelas consequências negativas dos excessos,  estou no começo de uma jornada de aprendizado. Mas já me sinto compelida a falar mais, a repensar e pesquisar mais para fazer as melhores escolhas.

Por isso convido a quem se interessar, a entrar nesse debate e contribuir de forma positiva para fazermos escolhas mais sensatas e conquistar uma vida mais leve, com mais lazer e bem-estar.